{"id":1848,"date":"2015-12-04T09:22:27","date_gmt":"2015-12-04T12:22:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.michaellaitman.com\/?p=1848"},"modified":"2017-12-04T09:31:07","modified_gmt":"2017-12-04T12:31:07","slug":"mais-intensas-sensacoes-vem-de-uma-carencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.michaellaitman.com\/pt\/artigos\/mais-intensas-sensacoes-vem-de-uma-carencia\/","title":{"rendered":"As Mais Intensas Sensa\u00e7\u00f5es V\u00eam de Uma Car\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><em>Do livro&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.michaellaitman.com\/artigos\/a-psicologia-da-sociedade-integral\/\">\u201cA Psicologia da Sociedade Integral\u201d<\/a><\/em><\/p>\n<p>\u2013 Acho muito mais interessante representar personagens negativos. Eles tocam-me muito mais, enquanto os positivos acabam por ser chatos. Uma vez que estes papeis nos influenciam muito mais, como os devemos tratar?<\/p>\n<p>\u2013 Imagens negativas, m\u00fasica triste e acontecimentos tr\u00e1gicos s\u00e3o sempre mais vivos que os positivos, que nos parecem achatados. Isto est\u00e1 claro pois a pessoa \u00e9 o desejo de desfrutar. Como resultado, nossas sensa\u00e7\u00f5es mais intensas v\u00eam de uma car\u00eancia de algo. Quando o prazer vem at\u00e9 \u00e0 pessoa, ela considera-o \u00f3bvio: &#8220;Enquanto ego\u00edsta, \u00e9 isto que eu mere\u00e7o, ent\u00e3o n\u00e3o sinto o prazer com tanta intensidade. Mas uma car\u00eancia de algo, que mere\u00e7o mas que n\u00e3o tenho, \u00e9 algo que sinto muito intensamente.&#8221; \u00c9 assim que o ego\u00edsmo se avalia a si mesmo, unilateralmente, com uma propens\u00e3o para a sensa\u00e7\u00e3o de car\u00eancia.<\/p>\n<p>Que papeis devem ser representados pelas crian\u00e7as, positivos ou negativos? Perguntas sobre isto n\u00e3o devem surgir. Eu tenho de representar o papel seja ele qual for. A pessoa primeiro deve dissecar o personagem inteiro em fragmentos e ent\u00e3o tentar analis\u00e1-los t\u00e3o objectivamente quanto o poss\u00edvel, escolhendo os mais indicadores e aprender a reproduzi-los, a criar estas sensa\u00e7\u00f5es dentro dela, se tornando um director e depois exprimi-las.<\/p>\n<p>Por exemplo, foi-me pedido para representar Jo\u00e3o. Isso significa que tenho de me lembrar das circunst\u00e2ncias em que o conheci, me lembro dos seus tra\u00e7os de personalidade, como ele se movimenta e tudo aquilo que \u00e9 t\u00edpico do Jo\u00e3o. Eu tenho de entender aquilo que me \u00e9 apelativo e aquilo que eu desgosto. Eu tenho de discernir tudo isto em rela\u00e7\u00e3o ao meu ego\u00edsmo.<\/p>\n<p>\u2013 E se eu n\u00e3o gostar de alguma coisa? Tenho eu de tentar justificar estas qualidades e concordar com elas?<\/p>\n<p>\u2013 A coisa mais importante \u00e9 represent\u00e1-las. \u00c9 muito importante lembrar o personagem muito distintamente, como ele \u00e9 e o que ele \u00e9. Quando a pessoa come\u00e7a a representar o papel e entra no personagem, ela sente a sua nova atitude para aquilo que est\u00e1 a ocorrer. Depois a pessoa concorda involuntariamente com como seu prot\u00f3tipo se comportou nesta situa\u00e7\u00e3o. Representando qualquer papel, eu me aproximo da pessoa que eu represento.<\/p>\n<p>\u2013 H\u00e1 at\u00e9 uma express\u00e3o, &#8220;se apaixonar pelo seu personagem.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Do livro&nbsp;\u201cA Psicologia da Sociedade Integral\u201d \u2013 Acho muito mais interessante representar personagens negativos. Eles tocam-me muito mais, enquanto os positivos acabam por ser chatos. 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