{"id":1633,"date":"2015-10-31T01:38:17","date_gmt":"2015-10-31T04:38:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.michaellaitman.com\/?p=1633"},"modified":"2017-10-31T08:29:34","modified_gmt":"2017-10-31T11:29:34","slug":"introducao-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.michaellaitman.com\/pt\/livros\/introducao-2\/","title":{"rendered":"Introdu\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><em>Do livro&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.michaellaitman.com\/livros\/completando-o-circulo\/\">\u201cCompletando o C\u00edrculo\u201d<\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\u201cFaz tempo que acredito que esta interdepend\u00eancia<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">define o novo mundo no qual vivemos\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Tony Blair<\/p>\n<p>Muitos anos atr\u00e1s, quando eu era jovem, havia Woodstock. Meninas bonitas com flores no cabelo, Jimmy Hendrix, Joan Baez, e cora\u00e7\u00f5es que sonhavam com uma Am\u00e9rica diferente, mais justa, e um mundo mais pac\u00edfico. Quando MLK disse: &#8220;Eu tenho um sonho&#8221;, n\u00f3s acredit\u00e1vamos nele e acredit\u00e1vamos em seu sonho. Nem todos os protestos foram pac\u00edficos, e nem todas as marchas tranquilas, mas muitos baby-boomers refletem sobre a d\u00e9cada de 1960 com um brilho nost\u00e1lgico no canto do olho. Apesar dos protestos, nos foi justamente dado o nome de &#8220;crian\u00e7as flores&#8221;, e n\u00e3o &#8220;bandidos&#8221;, como s\u00e3o chamados alguns dos manifestantes de hoje, se justamente ou n\u00e3o. Os anos 1960 e in\u00edcio dos anos 70 foram anos de mudan\u00e7a, mas acredit\u00e1vamos no futuro; n\u00f3s t\u00ednhamos esperan\u00e7a e acredit\u00e1vamos que pod\u00edamos melhorar as coisas. Quando o movimento Ocupe a Wall Street (OWS) apareceu pela primeira vez em 2011, houve mais uma vez um sentimento de mudan\u00e7a e otimismo no ar. Na esteira da Grande Recess\u00e3o e da crise financeira que quase fez cair economia dos EUA, o movimento social exigiu a igualdade e justi\u00e7a econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>Como em tudo que chama a aten\u00e7\u00e3o da m\u00eddia, o movimento se espalhou rapidamente por todo o globo, e acampamentos do Ocupe surgiram em Londres, Madrid, Sydney, Telavive, e muitas outras cidades.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, protestos muito menos benignos entraram em erup\u00e7\u00e3o em todo o mundo \u00e1rabe. A &#8220;Primavera \u00c1rabe&#8221; tornou-se um pesadelo constante para milh\u00f5es de pessoas ao Egito, S\u00edria, L\u00edbia, I\u00eamen e muitos outros pa\u00edses experimentaram revolu\u00e7\u00f5es violentas e contrarrevolu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Hoje, o Movimento Ocupe est\u00e1 quieto, tanto nos EUA e na Europa, mas os problemas que o causaram ainda est\u00e3o aguardando respostas. O otimismo das crian\u00e7as flor foi substitu\u00eddo por apatia e frustra\u00e7\u00e3o reprimida. No entanto, as pessoas n\u00e3o t\u00eam mais respostas \u00e0s suas necessidades de seguran\u00e7a, confian\u00e7a e auto express\u00e3o, mais agressivos se tornam em suas exig\u00eancias.<\/p>\n<p>Hoje, o tecido social dos Estados Unidos est\u00e1 passando por um teste cujo resultado \u00e9 uma inc\u00f3gnita. Em compara\u00e7\u00e3o com a d\u00e9cada de 1960, parece que h\u00e1 algo beligerante, mesmo sinistro sobre os tumultos que temos visto em erup\u00e7\u00e3o em algumas cidades americanas. A dor e a frustra\u00e7\u00e3o expressas nestes protestos devem acender uma grande luz vermelha na mente de cada pessoa preocupada no planeta.<\/p>\n<p>Mas na Am\u00e9rica, h\u00e1 uma afli\u00e7\u00e3o adicionada ao j\u00e1 pesado fardo que as pessoas t\u00eam que carregar: toda a dor e sofrimento est\u00e3o em oposi\u00e7\u00e3o ao &#8220;Sonho Americano&#8221;. Como resultado, n\u00e3o apenas as pessoas t\u00eam que lidar com os desafios de seu dia a dia, mas tamb\u00e9m t\u00eam sido criadas para comparar-se constantemente a um ideal imposs\u00edvel, um fantasma que as continua assombrando onde quer que v\u00e3o. Toda vez que pensam ter conseguido algo, este algo foge para cima delas e sussurra: &#8220;Olhe para os Silvas! Eles est\u00e3o vivendo o sonho americano, enquanto voc\u00ea est\u00e1 dormindo, crian\u00e7a. Acorde e consiga um pouco mais! &#8221;<\/p>\n<p>James Truslow Adams, que definiu o Sonho Americano em seu livro de 1931, O \u00c9pico da Am\u00e9rica, descreveu- o como um &#8220;sonho de uma terra em que a vida deve ser melhor e mais rica e completa para todos, com oportunidade para cada um de acordo com a capacidade ou realiza\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>E, no entanto, muitos americanos cresceram tentando viver este sonho que este duro despertar para a realidade da vida criou um trauma nacional. Mesmo naquela \u00e9poca, Adams admitiu que &#8220;muitos de n\u00f3s mesmos cansamos e desconfiamos dele.&#8221; Se isso era verdade em 1931, quando publicou o primeiro livro, como devemos chamar a desilus\u00e3o e frustra\u00e7\u00e3o que as pessoas sentem hoje?<\/p>\n<p>Perseguir um fantasma e acompanhar o passo dos Silvas n\u00e3o \u00e9 somente desgastante e frustrante, mas deforma completamente a nossa maneira de pensar, uma vez que nos inicia em uma luta intermin\u00e1vel e redundante com o mundo inteiro. Imagine que suas m\u00e3os de repente se esque\u00e7am que s\u00e3o partes de seu corpo e comecem a pensar em si mesmas como pessoas separadas que se chamam Direitinha e Esquerdinha. Antes que voc\u00ea perceba, elas come\u00e7am a difamar uma a outra em nome da liberdade de express\u00e3o, competindo uma com a outra em nome da igualdade de oportunidades, e explorando o oxig\u00eanio e energia do corpo em nome da livre concorr\u00eancia. Mas o que ser\u00e1 de n\u00f3s, o resto do corpo? E qual ser\u00e1 o fim de Direitinha e Esquerdinha, tamb\u00e9m? Quem dever\u00e1 vencer, elas ou o corpo? Podem ambos vencer?<\/p>\n<p>Se Direitinha e Esquerdinha &#8220;derem as m\u00e3os&#8221; e trabalharem juntas, todos se beneficiariam. N\u00e3o s\u00f3 elas poderiam prosperar, mas todo o corpo seria saud\u00e1vel e forte, e o resto dos \u00f3rg\u00e3os poderiam contribuir alegremente com sua parte para o sucesso comum, com um objetivo comum para sustentar o corpo.<\/p>\n<p>A sociedade americana \u00e9 como esse corpo, e cada pessoa dentro dele \u00e9 como aquelas m\u00e3os. Como Direitinha e Esquerdinha, perdemos o contato com a realidade e pensamos em n\u00f3s mesmos como sozinhos, alienados e distantes. Mas a verdade \u00e9 que apenas pensando assim, estamos fazendo todo o tecido social na Am\u00e9rica mais perto de entrar em colapso.<\/p>\n<p>&#8220;Nenhum homem \u00e9 uma ilha, inteira por si s\u00f3; todo homem \u00e9 um peda\u00e7o do continente, uma parte do principal &#8220;, escreveu John Donne em 1624. Se apenas lembrarmos de Direitinha e Esquerdinha que elas s\u00e3o partes de um mesmo corpo, tudo ficar\u00e1 bem. Da mesma forma, se nos lembrarmos que &#8220;nenhum homem \u00e9 uma ilha&#8221;, tudo estar\u00e1 bem no nosso mundo.<\/p>\n<p>No \u00c9pico da Am\u00e9rica, Adams escreveu que o sonho americano &#8220;n\u00e3o \u00e9 um sonho de ve\u00edculos a motor e altos sal\u00e1rios meramente, mas um sonho de ordem social em que cada homem e cada mulher deve ser capaz de alcan\u00e7ar a posi\u00e7\u00e3o mais alta que eles s\u00e3o naturalmente capazes, e serem reconhecidos por outras pessoas pelo que elas s\u00e3o. &#8220;Com toda a abund\u00e2ncia material que cria Am\u00e9rica, e as infinitas possibilidades que oferece para a realiza\u00e7\u00e3o pessoal, tudo o que precisamos para que todos possam ser felizes \u00e9 lembrar que n\u00f3s somos todos os \u00f3rg\u00e3os do mesmo corpo, e nenhum \u00f3rg\u00e3o pode ser verdadeiramente feliz se todos os outros \u00f3rg\u00e3os n\u00e3o est\u00e3o felizes tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Se, por exemplo, um pequeno espinho fica preso em meu dedo do p\u00e9, eu n\u00e3o posso estar \u00e0 vontade at\u00e9 que ele seja retirado Da mesma forma, n\u00e3o podemos ser felizes a menos que todos n\u00f3s estivermos felizes tamb\u00e9m. Isto pode n\u00e3o ser uma sensa\u00e7\u00e3o palp\u00e1vel ainda, mas estamos rapidamente nos aproximando de um estado onde n\u00f3s conscientemente percebemos que estamos todos no mesmo barco, e se n\u00e3o remarmos certamente afundaremos.<\/p>\n<p>Apesar dos benef\u00edcios \u00f3bvios da abordagem hol\u00edstica, ainda tendemos a esquecer que estamos todos conectados. N\u00e3o \u00e9 uma decis\u00e3o consciente, mas parece ser a nossa mentalidade natural pensar em n\u00f3s mesmos como indiv\u00edduos separados.<\/p>\n<p>Isto n\u00e3o seria um problema se n\u00e3o fosse o fato de ser o oposto completo da realidade. A comida em nossas mesas vem de todo o mundo, e o mesmo vale para as roupas em nossos corpos e os equipamentos que usamos para a comunica\u00e7\u00e3o e entretenimento. A ideia de que podemos dar conta por n\u00f3s mesmos \u00e9 provavelmente o maior absurdo da vida, mas todos ca\u00edmos nisso.<\/p>\n<p>Quando um beb\u00ea de um ano de idade d\u00e1 seus primeiros passos, todo mundo aplaude e ele se sente no topo do mundo. Mas ele poderia se tornar independente? Ele poderia sobreviver sozinho?<\/p>\n<p>N\u00f3s n\u00e3o somos muito diferentes. O fato de podermos ir ao supermercado e comprar nossa comida por n\u00f3s mesmos n\u00e3o significa que n\u00f3s a podemos fornecer para n\u00f3s mesmos. Algum &#8220;pai&#8221; imagin\u00e1rio trouxe todos os mantimentos para a loja e n\u00f3s apenas vamos l\u00e1 para busc\u00e1-las. \u00c9 verdade, n\u00f3s trabalhamos pelo dinheiro para comprar os mantimentos, mas mesmo o fato de que temos um trabalho n\u00e3o \u00e9 a nossa escolha independente, mas uma circunst\u00e2ncia que nos foi imposta por esta coisa vaga que chamamos &#8220;vida&#8221;.<\/p>\n<p>N\u00f3s n\u00e3o somos \u00fanicos em nossa liga\u00e7\u00e3o e depend\u00eancia uns dos outros. Cada criatura viva \u00e9 dependente de seu ambiente para a sua sobreviv\u00eancia. Somos \u00fanicos apenas em nossa resist\u00eancia \u00e0 nossa depend\u00eancia. Cada animal aceita o fato de depend\u00eancia m\u00fatua e vive com isso. N\u00f3s, a contragosto resistimos a isso e franzimos a testa para a necessidade de reconhecer o impacto de outras pessoas em nossas vidas. O resultado \u00e9 que estamos vivendo sob os mesmos princ\u00edpios de depend\u00eancia m\u00fatua, como o resto da natureza, mas enquanto todas as outras criaturas aceitam como natural, n\u00f3s nos ressentimos. Isto \u00e9 o que complica nossa vida e a torna dif\u00edcil.<\/p>\n<p>A depend\u00eancia m\u00fatua n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil em si, mas a experimentamos assim, porque almejamos independ\u00eancia e tamb\u00e9m para nos convencer disso. Na verdade, o que est\u00e1 nos atormentando-nos n\u00e3o \u00e9 a nossa depend\u00eancia dos outros, mas o nosso ressentimento disso, a nossa orienta\u00e7\u00e3o inata para nos separar de todos, o que \u00e9, por defini\u00e7\u00e3o, imposs\u00edvel.<\/p>\n<p>Parece que estamos condenados ao sofrimento eterno, mas realmente n\u00e3o estamos. Cada sistema tem suas leis. Sem leis n\u00e3o haveria sistema, mas caos. O truque \u00e9 aprender como usar essas leis para nossa vantagem. Quando a NASA lan\u00e7a naves espaciais no espa\u00e7o exterior, se baseia em uma manobra chamada &#8220;estilingue gravitacional&#8221; para acelerar as naves espaciais utilizando uma quantidade m\u00ednima de combust\u00edvel. Ela faz isso, tirando partido do movimento e da gravidade dos planetas no caminho da espa\u00e7onave. Da mesma forma, se aceitarmos que a interdepend\u00eancia \u00e9 uma lei natural, ser\u00edamos capazes de us\u00e1-la para nossa vantagem.<\/p>\n<p>No entanto, os seres humanos n\u00e3o s\u00e3o animais comuns, mas animais com ego. Nossos egos nos fazem sentir \u00fanicos e, portanto, se ressentem de ser dependentes dos outros. A \u00fanica maneira pela qual podemos &#8220;persuadir&#8221; a n\u00f3s mesmos que a interdepend\u00eancia \u00e9 saud\u00e1vel para n\u00f3s, tamb\u00e9m, \u00e9 mostrarmos aos nossos egos que podem se beneficiar disso. Assim como cada \u00f3rg\u00e3o do nosso corpo \u00e9 \u00fanico, \u00e9 tamb\u00e9m uma parte vital de um todo maior, e o todo fornece a parte com tudo o que ele precisa para a sua sobreviv\u00eancia e prosperidade. Da mesma forma, cada pessoa neste planeta \u00e9 \u00fanica, mas essencial para a integridade da sociedade humana, e a sociedade humana fornece a cada um de n\u00f3s o que precisamos para a nossa sobreviv\u00eancia e auto realiza\u00e7\u00e3o. Este conceito \u00e9 a ess\u00eancia do plano de a\u00e7\u00e3o que mencionei no Pref\u00e1cio.<\/p>\n<p>Quando n\u00f3s compreendamos plenamente os meandros de nossas conex\u00f5es internas, vamos saber como devemos trabalhar de modo a estar em pleno controle de nossas vidas. Para fazer isso, devemos primeiro compreender que num sistema em que todas as partes est\u00e3o conectadas, nenhuma parte \u00e9 mais importante, ou menos importante. Cada parte tem seu papel \u00fanico, e \u00e9 igualmente essencial para o sucesso de todas as outras partes. Essa \u00e9 a \u00fanica igualdade da Natureza.<\/p>\n<p>O plano de a\u00e7\u00e3o baseia-se na igualdade como base para todas as intera\u00e7\u00f5es humanas. \u00c9 por isso que eu a chamei de &#8220;Educa\u00e7\u00e3o Integral&#8221; (EI). Integral, significando todo, englobando todos, e Educa\u00e7\u00e3o, que significa que n\u00f3s ensinamos a n\u00f3s mesmos a pensar integralmente, ao inv\u00e9s do nosso pensamento atual egoc\u00eantrico. Esta igualdade \u00fanica \u00e9 tamb\u00e9m a raz\u00e3o do elemento principal na EI ser o c\u00edrculo de conex\u00e3o (CC) -onde n\u00e3o h\u00e1 chefe, nenhuma parte \u00e9 mais importante, cada um \u00e9 igualmente essencial para a integridade do c\u00edrculo, mas cada ponto dentro dele \u00e9 diferente. Para tornar a explica\u00e7\u00e3o mais clara, dividi o livro em duas partes. A Parte Um elabora sobre as ideias por tr\u00e1s da EI, e quais devem ser os princ\u00edpios que nos permitam transcender o pensamento egoc\u00eantrico. Isso nos permite desfrutar dos benef\u00edcios de perceber a lei da conex\u00e3o. A Parte Dois oferece exemplos pr\u00e1ticos e exerc\u00edcios que todos n\u00f3s podemos fazer, para nos ajudar a experimentar esta nova forma de conectividade. Assim, sem mais delongas, vamos come\u00e7ar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Do livro&nbsp;\u201cCompletando o C\u00edrculo\u201d \u201cFaz tempo que acredito que esta interdepend\u00eancia define o novo mundo no qual vivemos\u201d Tony Blair Muitos anos atr\u00e1s, quando eu era jovem, havia Woodstock. 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