{"id":1623,"date":"2014-10-30T14:23:17","date_gmt":"2014-10-30T17:23:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.michaellaitman.com\/?p=1623"},"modified":"2017-10-30T14:57:22","modified_gmt":"2017-10-30T17:57:22","slug":"capitulo-9-pluralmente-falando","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.michaellaitman.com\/pt\/livros\/capitulo-9-pluralmente-falando\/","title":{"rendered":"CAP\u00cdTULO 9:  Pluralmente Falando"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><em>Do livro&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.michaellaitman.com\/livros\/como-um-feixe-de-juncos\/\">&#8220;Como Um Feixe de Juncos&#8221;<\/a><\/em><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center\"><strong>Afetando a Coes\u00e3o Social atrav\u00e9s do Meio Social<\/strong><\/h2>\n<p>Persegui\u00e7\u00e3o e antissemitismo, ou seu termo mais contempor\u00e2neo, Judeu fobia, t\u00eam sido a quota de nosso povo durante (pelo menos) os passados dois mil\u00eanios. E todavia, como vimos pelo livro, o \u00f3dio aos Judeus n\u00e3o nasceu do ar. Ele est\u00e1&nbsp; enraizado&nbsp; na fundamental embora normalmente inconsciente exig\u00eancia de cada ser humano sendo que os Judeus t\u00eam e os empurrar\u00e3o para a realiza\u00e7\u00e3o do prop\u00f3sito da vida: de receber deleite ilimitado e &nbsp;prazer.<\/p>\n<p>At\u00e9 ent\u00e3o discutimos a meta e o papel da na\u00e7\u00e3o&nbsp; Judaica, e a raz\u00e3o para nossa ang\u00fastia durante as eras. Doravante discutiremos os princ\u00edpios que precisamos de seguir em prol de alcan\u00e7ar nossa meta, que coincide com a meta&nbsp; da humanidade.<\/p>\n<h6>&nbsp;<\/h6>\n<p><strong>O IMPULSO PELA SUPERIORIDADE<\/strong><\/p>\n<p>No Capitulo 2 apresentamos as palavras de nossos s\u00e1bios a respeito dos desejos fundamentais e a base da Cria\u00e7\u00e3o, e os quatro n\u00edveis que perfazem o desejo de receber. Abreviadamente, dissemos que a realidade consiste de um desejo de doar prazer e um desejo de receber. Aprendemos desses s\u00e1bios que o desejo de receber prazer est\u00e1 dividido em quatro n\u00edveis, conhecidos como \u201cinanimado\u201d, \u201cvegetativo\u201d, \u201canimado\u201d e \u201cfalante\u201d. Contudo, ele ainda \u00e9 essencialmente um desejo que veste uma vestimenta diferente em diferentes n\u00edveis de desenvolvimento.<\/p>\n<p>Por exemplo, o desejo mais b\u00e1sico da exist\u00eancia \u00e9 de&nbsp;&nbsp;&nbsp; se sustentar a si mesmo. No n\u00edvel humano, esse desejo apareceria como estando contente com um&nbsp; abrigo,&nbsp; que&nbsp; seja at\u00e9 uma pequena cabana, e o meio para se manter quente, vestido e alimentado. Este \u00e9 o n\u00edvel inanimado do desejo. Tal como os materiais inanimados que&nbsp; mant\u00eam&nbsp; seus \u00e1tomos e mol\u00e9culas juntos mas fazem muito pouco mais, tal pessoa s\u00f3 desejar\u00e1 se sustentar a si mesma, aparentemente \u201cmantendo seus \u00e1tomos&nbsp; e &nbsp;mol\u00e9culas juntas\u201d e muito pouco &nbsp;mais.<\/p>\n<p>No n\u00edvel vegetativo do desejo, uma pessoa querer\u00e1 sustentar a si mesma no mesmo n\u00edvel que todos os outros. Como todas as plantas de certo tipo florescem e murcham ao mesmo tempo, tal pessoa querer\u00e1 fazer o mesmo que todos na sua cidade ou aldeia ou seguir a \u00faltima tend\u00eancia vista na TV. Se todos s\u00e3o pobres, essa pessoa n\u00e3o se sentir\u00e1 pobre enquanto que seu padr\u00e3o de vida esteja a par com aquele do meio ambiente social. E se a nova tend\u00eancia em roupa \u00e9 usar o sapato esquerdo no p\u00e9 direito, e vice-versa,&nbsp;&nbsp;&nbsp; a &nbsp;pessoa &nbsp;do &nbsp;n\u00edvel &nbsp;vegetativo &nbsp;estar\u00e1 &nbsp;mais &nbsp;confort\u00e1vel &nbsp;ao usar o sapato errado no p\u00e9 errado, desde que ele ou ela&nbsp; esteja alinhada com a tend\u00eancia prevalecente na moda.<\/p>\n<p>A pessoa do n\u00edvel animado difere da do&nbsp; n\u00edvel&nbsp; vegetativo em que ele ou ela procura a buscar express\u00e3o pr\u00f3pria. Tal pessoa n\u00e3o se interessa mais em ser&nbsp; como&nbsp; todas as outras, mas precisa de estabelecer a sua individualidade. Na maioria, este n\u00edvel conduz a&nbsp; criatividade aumentada e distin\u00e7\u00e3o no assunto de escolha&nbsp; da pessoa.<\/p>\n<p>O n\u00edvel falante (humano) \u00e9 o mais complexo e enganador. Aqui n\u00e3o \u00e9 suficiente se exprimir. Neste n\u00edvel,&nbsp;&nbsp;&nbsp; o desejo \u00e9 de ser <em>superior<\/em>. Este \u00e9 o desejo que&nbsp; faz&nbsp; as&nbsp; pessoas, quererem ser <em>reconhecidas <\/em>como especiais, at\u00e9 \u00fanicas. Por outras palavras, nesse n\u00edvel&nbsp; constantemente&nbsp; nos <em>comparamos <\/em>aos &nbsp;outros.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do mais, nos nossos dias n\u00e3o nos contentamos&nbsp; ser os melhores em algo, almejamos ser os melhores, sempre. Pense nas estat\u00edsticas desportivas sobre as quais escutamos constantemente: a ambi\u00e7\u00e3o de Michael Phelps&nbsp;&nbsp; de quebrar o recorde de Mark Spitz de sete medalhas de ouro em nata\u00e7\u00e3o nos Jogos Ol\u00edmpicos de 1972, ou os jogadores de basquetebol se compararem a si mesmos a Michael Jordan, ou o impulso de Roger Federer de continuar vencendo t\u00edtulos do t\u00eanis, embora ele j\u00e1 tenha ganho mais torneios Grand Slam que qualquer outro antes dele. E todavia, ele ainda fica incomodado pelo fato de que n\u00e3o tenha vencido uma medalha de ouro Ol\u00edmpica.221<\/p>\n<p>O desporto pode ser um exemplo not\u00e1vel, mas certamente n\u00e3o \u00e9 a exce\u00e7\u00e3o, ele \u00e9 em vez disso a norma. O filme que ganhou mais dinheiro na sua primeira semana, o \u00e1lbum que vendeu mais c\u00f3pias, a empresa que vende mais telefones\/&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; computadores\/&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; autom\u00f3veis,&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; competi\u00e7\u00e3o&nbsp;&nbsp; e compara\u00e7\u00f5es est\u00e3o em todo o lado. Pergunte a um&nbsp; estudante do ensino m\u00e9dio, \u201cVoc\u00ea vai bem na escola?\u201d E provavelmente vai obter uma resposta dentro&nbsp; das&nbsp; linhas de, \u201cEstou no top 5% da minha turma\u201d (assumindo que questionou um bom estudante). Assim, ser bom j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 o suficiente, <em>superioridade <\/em>tornou -se o lema de nossas vidas. A isso chamamos de \u201cser algu\u00e9m\u201d. Ser eu mesmo, n\u00e3o \u00e9&nbsp; bom o suficiente, se n\u00e3o sou <em>algu\u00e9m<\/em>, sou um Jo\u00e3o-&nbsp; ningu\u00e9m.<\/p>\n<p>H\u00e1 um conto Chass\u00eddico sobre Rabi Meshulam Zusha de Hanipol (Anipoli), irm\u00e3o do reconhecido&nbsp; Rabi Elimelech de Lizhensk, um dos fundadores da Chassidut. Rabi Zusha costumava dizer, \u201cQuando for para os c\u00e9us, se for questionado, \u2018Porque n\u00e3o foste tu Elimelech (o irm\u00e3o estimado de Zusha), eu saberei o que dizer. Mas se me for questionado \u2018Porque n\u00e3o foste tu Zusha\u2019, eu n\u00e3o saberei o que dizer\u201d.222 A moral \u00e9 clara, seja voc\u00ea mesmo e atualize o seu potencial, \u00e9 isto o que precisa fazer na vida.<\/p>\n<p>Mas Rabi Zusha viveu no s\u00e9culo XVIII.&nbsp; Hoje,&nbsp; tal&nbsp; moral seria inaceit\u00e1vel porque o que importa \u00e9 n\u00e3o quem voc\u00ea \u00e9, mas quem voc\u00ea \u00e9 em compara\u00e7\u00e3o aos outros, sua posi\u00e7\u00e3o na percentagem divis\u00f3ria das classes. Quando o principal lema na sociedade \u00e9 t\u00e3o alienante e antissocial,&nbsp; n\u00e3o \u00e9 de se admirar que nossa sociedade esteja se desmoronando.<\/p>\n<h6>&nbsp;<\/h6>\n<p><strong>DE EU, A N\u00d3S, A UM<\/strong><\/p>\n<p>Com nosso presente conhecimento da natureza humana, n\u00e3o podemos evitar esta atitude competitiva e alienante porque ela vem de dentro de n\u00f3s, uma ditadura&nbsp; do &nbsp;quarto &nbsp;n\u00edvel &nbsp;falante &nbsp;do &nbsp;desejo, &nbsp;e &nbsp;n\u00e3o &nbsp;conseguimos parar a evolu\u00e7\u00e3o dos desejos, tal como n\u00e3o&nbsp; conseguimos parar a evolu\u00e7\u00e3o do todo da Natureza. Al\u00e9m do mais, se vamos alcan\u00e7ar o prop\u00f3sito da cria\u00e7\u00e3o de nos tornarmos semelhantes ao Criador, precisamos de um desejo robusto como o combust\u00edvel que nos empurra para&nbsp;&nbsp;&nbsp; a frente, que significa que n\u00e3o devemos diminuir ou&nbsp; oprimir nossos desejos, ou n\u00e3o alcan\u00e7aremos a meta da nossa vida.<\/p>\n<p>E todavia, n\u00e3o sermos capazes de parar o aumento de nossos desejos egoc\u00eantricos n\u00e3o significa que n\u00f3s devemos render a uma tend\u00eancia do piorar&nbsp; das&nbsp; rela\u00e7\u00f5es humanas em todos os n\u00edveis. Nossa sociedade n\u00e3o <em>tem <\/em>que declinar at\u00e9 a um ponto em que tudo o que conseguimos fazer \u00e9 acumular mantimentos, procurarmos abrigo e nos deitarmos esperando que certo milagre nos&nbsp; venha&nbsp; salvar dos nossos semelhantes homens e mulheres.<\/p>\n<p>Na realidade, at\u00e9 se escolhermos nos proteger a n\u00f3s mesmos, a f\u00fanebre hist\u00f3ria de nossa na\u00e7\u00e3o indica, e a lei&nbsp;&nbsp;&nbsp; da Natureza dita que as na\u00e7\u00f5es n\u00e3o nos permitir\u00e3o permanecer passivos. Quando problemas se&nbsp; acumulam,&nbsp; est\u00e1 garantido que os Judeus ser\u00e3o culpados por isso uma vez mais e consequentemente atormentados, talvez&nbsp; pior&nbsp; que nunca. Contudo, contrariamente \u00e0s prova\u00e7\u00f5es&nbsp; passadas, h\u00e1 muito que podemos fazer para prevenir isto&nbsp;&nbsp; de se revelar.<\/p>\n<p><strong>RECORDAR&nbsp; O&nbsp; PRIMEIRO&nbsp; \u201cGUERREIRO&nbsp; DO EGO\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Quando o n\u00edvel falante de desejos inicialmente irrompeu como ego\u00edsmo, a Babil\u00f4nia estava no seu pico, e Abra\u00e3o&nbsp;&nbsp;&nbsp; foi aquele enfrentado por tentar solucionar o mist\u00e9rio do decl\u00ednio social do seu povo. Seus conterr\u00e2neos estavam t\u00e3o imersos&nbsp;&nbsp; &nbsp;em&nbsp;&nbsp; &nbsp;construir&nbsp;&nbsp; &nbsp;sua&nbsp;&nbsp; &nbsp;torre&nbsp;&nbsp; &nbsp;que&nbsp;&nbsp; &nbsp;abandonaram completamente sua camaradagem. Eles n\u00e3o eram mais \u201cde uma l\u00edngua e uma fala\u201d (G\u00e9nesis 11:1), tudo com que se preocupavam era a torre.<\/p>\n<p>O livro, <em>Pirkey de-Rabbi Eliezer <\/em>(<em>Cap\u00edtulos de Rabi Eliezer<\/em>), retrata o desanimo de Abra\u00e3o com a nova paix\u00e3o do seu povo: \u201cRabi Pinhas diz que n\u00e3o haviam pedras l\u00e1 [na Babil\u00f4nia] para construir a cidade e a torre. O que fizeram eles? Eles formaram tijolos e os queimaram como artes\u00e3os at\u00e9 que eles a constru\u00edram [a torre] com sete milhas de altura. Aqueles que levantariam os tijolos subiam do leste, e os que desciam o faziam pelo ocidente. E se um homem ca\u00edsse e morresse eles n\u00e3o se importariam com ele. Mas se um tijolo ca\u00edsse, eles se sentariam em lamuria dizendo, \u2018Quando vir\u00e1 outro em seu lugar\u2019? Quando Abra\u00e3o, filho de Terah, passou e os viu construindo a cidade e a torre, ele os amaldi\u00e7oou em nome de Deus\u201d.223<\/p>\n<p>Mas Abra\u00e3o fez mais que amaldi\u00e7oar os construtores. Primeiro, ele tentou remendar a diverg\u00eancia e reunir seu povo novamente. O Midrash Rab\u00e1 conta-nos que Abra\u00e3o reuniu todo o povo no mundo,224 e Rabi Behayei Ben Asher conta -nos como ele exp\u00f4s a pretens\u00e3o de Nimrod dos poderes celestiais. No seu <em>Midrash<\/em>, <em>Rabeinu <\/em>[nosso&nbsp; Rav] <em>Behayei<\/em>, ele escreve, \u201c[Nimrod] disse para ele, \u2018Eu criei a terra e os c\u00e9us com meu poder\u2019. Abra\u00e3o respondeu, \u2018&#8230;quando sa\u00ed da caverna, vi o sol se levantar no Leste e se p\u00f4r no Oeste. Fazei-o levantar no Oeste e se p\u00f4r no Leste, e eu me dobrarei perante v\u00f3s. Caso contr\u00e1rio, aquele que deu a minha m\u00e3o a for\u00e7a de queimar est\u00e1tuas me dar\u00e1 a for\u00e7a e eu te matarei\u2019. Nimrod disse a seus conselheiros, \u2018Qual ser\u00e1&nbsp; a senten\u00e7a deste\u2019? Eles responderam, \u2018Ele \u00e9 aquele de quem dissemos, \u2018Uma na\u00e7\u00e3o vir\u00e1 em diante dele e herdar\u00e1 este mundo e o mundo vindouro\u2019. E agora, como a senten\u00e7a que ele havia decretado, assim lhe ser\u00e1 feito. Prontamente, eles o jogaram na fornalha. Nessa altura o Senhor cheio de miseric\u00f3rdia sobre ele o salvou, como est\u00e1 escrito, \u2018Eu sou&nbsp;&nbsp; o Senhor, que te trouxe para fora de Ur dos Caldeus\u2019\u201d225<\/p>\n<p>Depois de seu caloroso debate com o&nbsp; rei,&nbsp; Abra\u00e3o&nbsp; levou sua fam\u00edlia, seus estudantes e suas posses e fugiu da Babil\u00f4nia. No caminho ele reuniu para sua&nbsp; comitiva pessoas que concordavam com sua mensagem \u2014 \u201cQuando enfrentados com ego\u00edsmo, unam-se acima dele\u201d.&nbsp; Por&nbsp; outras palavras, quando o \u00f3dio irrompe entre amigos, tornem a meta comum de revelar o Criador \u2014 a qualidade de doa\u00e7\u00e3o, a for\u00e7a fundamental que cria a realidade&nbsp; \u2014&nbsp; mais importante que as partes rivais, e assim se&nbsp; unam&nbsp; acima da rivalidade. Os b\u00f4nus de tais a\u00e7\u00f5es s\u00e3o uni\u00e3o aumentada, aquisi\u00e7\u00e3o subsequente da qualidade de doa\u00e7\u00e3o pelos anteriores advers\u00e1rios, e consequentemente, a revela\u00e7\u00e3o&nbsp; do Criador.<\/p>\n<p>A frase acima descreve a ess\u00eancia da&nbsp; fus\u00e3o,&nbsp; o&nbsp; remendar da diverg\u00eancia com a qual Abra\u00e3o tentou cobrir seus conterr\u00e2neos. E essa ess\u00eancia, uni\u00e3o acima das diferen\u00e7as aumenta coes\u00e3o e (se quiser) revela o Criador, nunca mudou. Na realidade, ela <em>nunca <\/em>mudar\u00e1, pois ela \u00e9&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a Lei de Doa\u00e7\u00e3o da &nbsp;Natureza.<\/p>\n<p>Como detalhado na Introdu\u00e7\u00e3o a este livro, o grupo&nbsp;&nbsp;&nbsp; de Abra\u00e3o teve sucesso em se unir e cresceu no que se tornou o povo de Israel, uma na\u00e7\u00e3o cujo tra\u00e7o comum \u00e9 o desejo pelo Criador. Atrav\u00e9s da&nbsp; uni\u00e3o&nbsp; acima&nbsp; das diferen\u00e7as, como explicado no Cap\u00edtulo 1, Israel desenvolveram um m\u00e9todo pelo qual mudar o nosso pensamento do modo \u201ceu\u201d para o modo \u201cn\u00f3s\u201d, assim percebendo o \u201cUno\u201d, o &nbsp;Criador.<\/p>\n<p>Assim, enquanto Israel andavam de for\u00e7a em for\u00e7a ao empregar uni\u00e3o sobre o ego\u00edsmo, o resto do mundo experimentava epis\u00f3dios de fluxo e refluxo, com imp\u00e9rios&nbsp; se levantando e caindo e a cultura hed\u00f3nica de comodismo assumindo predomin\u00e2ncia. Por esta raz\u00e3o, at\u00e9 hoje, na era mais hed\u00f3nica de todas, o monote\u00edsmo de Abra\u00e3o \u00e9 a no\u00e7\u00e3o predominante de divindade, enquanto a Torre da Babil\u00f4nia \u00e9 um s\u00edmbolo de presun\u00e7\u00e3o e folia humana.<\/p>\n<p>\u00c9 por isso que os \u00fanicos que podem educar o mundo&nbsp; de modo a que um se possa tornar t\u00e3o s\u00e1bio como Abra\u00e3o s\u00e3o aqueles que foram seus estudantes, os filhos de Israel, conhecidos mundialmente como Judeus. Esta sabedoria foi o legado de Abra\u00e3o para eles, e a transmitir como ele fez \u00e9 sua obriga\u00e7\u00e3o para o mundo.<\/p>\n<p><strong>O LEGADO DO GUERREIRO DEIXADO&nbsp; \u00c0&nbsp; SUA DESCEND\u00caNCIA<\/strong><\/p>\n<p>Hoje, pessoas suficientes compreendem que o \u00fanico modo de evitar uma cat\u00e1strofe global \u00e9 se unirem. Isso pode ser chamado por outros termos, tais como \u201ccolabora\u00e7\u00e3o,\u201d \u201ccoordena\u00e7\u00e3o,\u201d ou \u201cconsidera\u00e7\u00e3o,\u201d mas qualquer que seja&nbsp;&nbsp;&nbsp; o termo, \u00e9 justo dizer que j\u00e1 compreendemos que somos interdependentes e interligados. Esta realidade cria uma situa\u00e7\u00e3o onde estamos <em>de fato <\/em>unidos em todos os nossos sistemas globais. Contudo, \u00e0 extens\u00e3o de que estamos conectados, estamos tamb\u00e9m emocionalmente alienados e rancorosos com a &nbsp;situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Uma maneira de resolver este contraste \u00e9 ao tentar nos \u201cdesglobalizar\u201d a n\u00f3s mesmos. Embora n\u00e3o haja d\u00favida que desmontar a corrente de abastecimento dos pa\u00edses em desenvolvimento e produzir tudo nacional causaria desafios enormes econ\u00f4micos e financeiros, alguns dizem que valeria o pre\u00e7o. Talvez, valha a pena ou n\u00e3o, ningu\u00e9m nega que o isolacionismo teria uma robusta etiqueta do seu pre\u00e7o. Al\u00e9m do mais, aos olhos de alguns, esta no\u00e7\u00e3o \u00e9 completamente&nbsp; irrealista.&nbsp; O&nbsp; Economista&nbsp; Mark&nbsp; Vitner, em primeiro&nbsp; lugar,&nbsp; descreveu&nbsp; tentar&nbsp; desatar&nbsp; a&nbsp; interliga\u00e7\u00e3o global como \u201ctentar&nbsp; reconstituir&nbsp; ovos&nbsp; mexidos.&nbsp; N\u00e3o&nbsp; pode&nbsp; ser&nbsp; feito facilmente\u201d.226<\/p>\n<p>A op\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria \u00e0 desglobaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 a de abra\u00e7ar a globaliza\u00e7\u00e3o, a expandir, coordenar, aperfei\u00e7oar, e ao mesmo tempo aprender a gostarmos uns dos outros para que <em>todos <\/em>beneficiem da prosperidade. Tudo o que precisamos em prol de o alcan\u00e7ar \u00e9 o m\u00e9todo pelo qual mudamos nossos padr\u00f5es de pensamento de eu (concentrado em mim mesmo), para n\u00f3s (concentrado em todas as outras pessoas), para um (concentrado na sociedade como uma &nbsp;entidade).<\/p>\n<p>Hoje, praticamente 4000 anos depois da&nbsp; fuga&nbsp; de Abra\u00e3o da Babil\u00f4nia o mundo est\u00e1 pronto para escutar. Sofremos o suficiente, e tornamo-nos demasiado espertos&nbsp; ao pensar que conseguimos safar-nos sozinhos, que podemos \u00e0 M\u00e3e Natureza, ou a Deus, que n\u00e3o precisamos dela porque somos mais fortes e espertos.<\/p>\n<h6>&nbsp;<\/h6>\n<p><strong>POR QU\u00ca FORMAR UMA SOCIEDADE QUE PROMOVE A COES\u00c3O?<\/strong><\/p>\n<p>No Cap\u00edtulo 1, discutimos o conceito de \u201cequival\u00eancia de forma\u201d dizendo que se voc\u00ea \u00e9 semelhante a algo, voc\u00ea consegue v\u00ea-lo, identific\u00e1-lo, revel\u00e1-lo. Ser\u00e1 mais f\u00e1cil para n\u00f3s compreender esse conceito se considerarmos como os r\u00e1dios funcionam. Um r\u00e1dio consegue apanhar ondas somente quando ele cria ondas id\u00eanticas dentro dele. Similarmente,&nbsp;&nbsp; detectamos&nbsp;&nbsp; coisas&nbsp;&nbsp; que&nbsp;&nbsp; existem&nbsp;&nbsp; de modo aparente no exterior, mas somente de acordo com o que criamos por dentro. \u00c9 assim que descobrimos o Criador, a qualidade de doa\u00e7\u00e3o, ao formar essa qualidade dentro de n\u00f3s, assim tamb\u00e9m a descobrindo fora de n\u00f3s.<\/p>\n<p>Foi este princ\u00edpio, \u201cequival\u00eancia de forma,\u201d&nbsp; que&nbsp; tornou o m\u00e9todo de Abra\u00e3o t\u00e3o bem sucedido. Seu grupo criou essa qualidade entre eles mesmos e assim descobriu&nbsp;&nbsp;&nbsp; o Criador. Isto \u00e9, ao mudar do modo \u201ceu\u201d para o modo \u201cn\u00f3s,\u201d eles descobriram o modo \u201cum,\u201d o Criador, o \u00fanico modo que na realidade &nbsp;existe.<\/p>\n<p>No mundo de hoje, obter coes\u00e3o social \u00e9 de suprema import\u00e2ncia para nossa&nbsp; sobreviv\u00eancia.&nbsp; Podemos&nbsp; considerar que a revela\u00e7\u00e3o do Criador \u00e9 um \u201cacess\u00f3rio\u201d de esp\u00e9cie, se n\u00e3o fosse o fato do Criador ser a qualidade de doa\u00e7\u00e3o, um tra\u00e7o sem o qual nunca alcan\u00e7aremos uni\u00e3o, e assim nunca remendaremos a fal\u00e9sia global que amea\u00e7a dobrar o mundo numa confronta\u00e7\u00e3o global. \u00c9 por isso que&nbsp; \u00e9 vital que aceleremos a divulga\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo de Abra\u00e3o para alcan\u00e7ar uni\u00e3o atrav\u00e9s de equival\u00eancia de forma.<\/p>\n<p>Para fazer isso, primeiro devemos abandonar uma cren\u00e7a comum da nossa sociedade, a ideia de que temos \u201clivre arb\u00edtrio\u201d. A ci\u00eancia demonstra que n\u00e3o h\u00e1 tal coisa, pelo menos n\u00e3o da maneira que pensamos normalmente nela, que fazemos o que queremos pela nossa pr\u00f3pria livre escolha. Em recentes anos, dados que provam a nossa depend\u00eancia da sociedade se t\u00eam&nbsp; acumulado.&nbsp; Estes&nbsp; estudos demonstram que n\u00e3o s\u00f3 nosso sustento depende&nbsp;&nbsp; da sociedade, mas at\u00e9 nossos pensamentos, aspira\u00e7\u00f5es e chances de sucesso na vida. Na realidade, at\u00e9 a pr\u00f3pria defini\u00e7\u00e3o de sucesso \u00e9 sujeita \u00e0s vontades da sociedade. E por \u00faltimo mas n\u00e3o menos importante, a uma grande extens\u00e3o, nossa sa\u00fade f\u00edsica \u00e9 significativamente afetada&nbsp; pela sociedade.<\/p>\n<p>Em 10 de Setembro, 2009, <em>O New York Times <\/em>publicou uma hist\u00f3ria chamada, \u201cOs Seus Amigos Est\u00e3o Lhe Tornandolo Gordo\u201d? Por Clive Thompson.227 Na sua hist\u00f3ria, Thompson descreve uma experi\u00eancia fascinante realizada em Framingham, Massachusetts. Na experi\u00eancia, que mais tarde foi publicada no celebrado livro, <em>Conectados: O Surpreendente Poder das Nossas Redes Sociais&nbsp; e&nbsp; Como Elas Moldam as Nossas Vidas &#8211; Como os Amigos dos Amigos dos Amigos dos Seus Amigos Afetam Tudo o Que Voc\u00ea Sente, Pensa e Faz <\/em>\u2014 as vidas de 15.000 pessoas foram documentadas e registadas periodicamente durante quinze anos. A an\u00e1lise dos dados dos professores Nicholas Christakis e James Fowler revelou descobertas surpreendentes sobre como nos afetamos uns aos outros em todos os n\u00edveis, f\u00edsico, emocional e mental, e como ideias podem ser t\u00e3o contagiosas como v\u00edrus.<\/p>\n<p>Christakis e Fowler haviam descoberto que havia uma rede de interliga\u00e7\u00f5es entre mais de 5000 dos participantes. Eles descobriram que na rede, as pessoas se afetavam reciprocamente umas \u00e0s outras. \u201cAo analisar os dados de Framingham\u201d, Thompson escreveu, \u201cChristakis e Fowler dizem que pela primeira vez conseguiram descobrir certa base s\u00f3lida para uma teoria potencialmente poderosa na epidemiologia: que bons comportamentos, como deixar de fumar ou estar em forma ou ser feliz \u2014 passam de amigo para amigo praticamente como se fossem v\u00edrus contagiosos. Os participantes de Framingham, sugerem os dados, influenciaram a sa\u00fade uns dos outros s\u00f3 ao socializar. E o mesmo foi verdadeiro sobre maus comportamentos \u2014 aglomera\u00e7\u00f5es de amigos pareceram se \u2018infectar\u2019 uns aos outros com obesidade, infelicidade e tabagismo. Ficar saud\u00e1vel n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 uma quest\u00e3o dos seus genes e sua dieta, aparenta. Boa sa\u00fade \u00e9 tamb\u00e9m um produto, em parte, da&nbsp; sua clara proximidade a outras pessoas saud\u00e1veis\u201d.228<\/p>\n<p>Ainda mais surpreendente foi a descoberta dos pesquisadores que estas infec\u00e7\u00f5es podiam \u201csaltar\u201d conex\u00f5es. Eles descobriram que pessoas podiam se afetar umas \u00e0s outras mesmo sem conhecer umas \u00e0s outras! Al\u00e9m do mais, Christakis e Fowler descobriram provas destes efeitos at\u00e9 em tr\u00eas graus de dist\u00e2ncia (amigo de um amigo de um amigo). Nas palavras de In Thompson, \u201cQuando um residente de Framingham se tornou obeso, seus amigos eram 57 por cento mais propensos a se tornarem obesos, tamb\u00e9m. Ainda mais surpreendente\u2026 isso parecia saltar elos. Um residente de Framingham era rudemente 20 por cento mais propenso a se tornar obeso se o amigo de um amigo se tornasse obeso, at\u00e9 se o amigo conector n\u00e3o tivesse ganho um \u00fanico quilo. Certamente, o risco de obesidade de uma pessoa subiu cerca de 10 por cento se um amigo de um amigo ganhasse peso\u201d.229<\/p>\n<p>Citando o Professor Christakis, Thompson escreveu, \u201cEm certo sentido podemos come\u00e7ar a compreender as emo\u00e7\u00f5es humanas como a felicidade da maneira que podemos estudar a debandada dos b\u00fafalos. Voc\u00ea n\u00e3o pergunta a um b\u00fafalo individual, \u2018Porque voc\u00ea corre para a esquerda\u2019? A resposta \u00e9 que a manada inteira corre para a esquerda\u201d.230<\/p>\n<p>Mas h\u00e1 mais sobre o cont\u00e1gio social que observar a nossa condi\u00e7\u00e3o de peso ou cora\u00e7\u00e3o. Numa palestra na TED, o Professor Christakis explicou que nossas vidas sociais, e logo \u2014 julgando pelos par\u00e1grafos anteriores \u2014 muito das nossas vidas f\u00edsicas, dependem da qualidade e for\u00e7a das nossas redes sociais e o que corre pelas veias dessa rede. Nas suas palavras, \u201cFormamos redes sociais porque os benef\u00edcios de uma vida conectada superam os custos. Se eu fosse sempre violento para voc\u00ea &#8230; ou o fizesse triste &#8230; voc\u00ea cortaria os la\u00e7os comigo e a rede se desintegraria. Ent\u00e3o o espalhar de coisas boas e valiosas \u00e9 necess\u00e1ria para&nbsp; sustentar e nutrir redes sociais. Similarmente, redes sociais s\u00e3o necess\u00e1rias para o espalhar de coisas boas e valiosas como amor, e&nbsp; gentileza,&nbsp; e&nbsp; felicidade,&nbsp; e&nbsp; altru\u00edsmo,&nbsp; e&nbsp; ideias. &#8230;Penso que redes sociais est\u00e3o fundamentalmente relacionadas \u00e0 bondade, e o que penso que o&nbsp; mundo&nbsp; precisa mais agora s\u00e3o mais liga\u00e7\u00f5es\u201d.231<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o somos somente afetados pelas pessoas ao&nbsp; nosso redor. Somos significativamente afetados pelas m\u00eddias, pela pol\u00edtica, tanto nacional como internacional, e somos afetados pela economia. Em&nbsp; <em>Mundo&nbsp; em &nbsp;Fuga: Como a Globaliza\u00e7\u00e3o Est\u00e1 Reformando Nossas Vidas<\/em>, o reconhecido soci\u00f3logo Anthony Giddens sucinta mente, embora com exatid\u00e3o, exprime nossa presente conectividade e confus\u00e3o: \u201cPara o melhor ou para o pior, estamos sendo promovidos para uma ordem global que ningu\u00e9m compreende totalmente, mas que est\u00e1 a fazendo seus efeitos serem sentidos sobre todos n\u00f3s\u201d.232<\/p>\n<p>Em recentes anos, o mundo corporativo pegou a&nbsp; no\u00e7\u00e3o, e cursos e treinamentos abundantes surgiram na Internet, oferecendo alavancar da&nbsp; nova&nbsp; tend\u00eancia:&nbsp; cont\u00e1gio social. Em <em>Homo Imitans: A Arte da Infec\u00e7\u00e3o Social: Mudan\u00e7a Viral em A\u00e7\u00e3o<\/em>, o psiquiatra e consultor&nbsp;&nbsp;&nbsp; de lideran\u00e7a de neg\u00f3cios, Dr. Leandro Herrero, oferece um sum\u00e1rio astuto da natureza humana com respeito \u00e0 influ\u00eancia do meio ambiente social: \u201cN\u00f3s somos m\u00e1quinas copiadoras intelectualmente complexas, racionalmente elegantes, altamente iluminadas e simples\u201d.233 E para completar sua ironia sobre os m\u00e9ritos&nbsp; da&nbsp; natureza&nbsp; humana, ele escreve, \u201cOs cord\u00e9is da rica tape\u00e7aria de comportamentos do Homo Sapiens s\u00e3o feitos de imita\u00e7\u00e3o&nbsp;&nbsp;&nbsp; e influ\u00eancia\u201d.234<\/p>\n<p>Contudo, o problema n\u00e3o est\u00e1 com nosso comportamento de uns para os outros ou para a Terra, n\u00e3o que haja muito a nos orgulharmos em respeito a nosso tratamento de uns para os outros e para a M\u00e3e Terra. E todavia, nosso comportamento \u00e9 um sintoma de uma mudan\u00e7a profunda, uma explos\u00e3o de ego\u00edsmo no n\u00edvel do desejo, para a qual ningu\u00e9m tem uma solu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com isso dito, muitas pessoas j\u00e1 compreendem que a mudan\u00e7a tem que vir de dentro de n\u00f3s. Pascal Lamy, Diretor-geral da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial&nbsp; do&nbsp; Com\u00e9rcio&nbsp; (OMC), afirmou que \u201cO verdadeiro desafio hoje \u00e9 tentar mudar nosso pensamento, n\u00e3o apenas nossos sistemas, institui\u00e7\u00f5es ou pol\u00edticas. N\u00f3s&nbsp; precisamos&nbsp; da&nbsp; imagina\u00e7\u00e3o&nbsp; para perceber a imensa promessa, e desafio, do mundo interligado que criamos. &#8230;O futuro reside em mais globaliza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o menos, mais coopera\u00e7\u00e3o, mais intera\u00e7\u00e3o entre os povos e culturas, e ainda maior partilha de responsabilidades e interesses. \u00c9 uni\u00e3o na nossa diversidade global&nbsp; de que hoje precisamos\u201d.235<\/p>\n<p>Certamente, Lamy est\u00e1 certo em muitos aspectos. Em recentes anos os neurocientistas t\u00eam estado ativos a respeito de uma descoberta relativamente nova, neur\u00f4nios-espelho. Abreviadamente, neur\u00f4nios-espelho s\u00e3o c\u00e9lulas localizadas numa regi\u00e3o entre os c\u00f3rtices pr\u00e9-frontal&nbsp; e&nbsp; motor&nbsp; do c\u00e9rebro, e est\u00e3o envolvidas em preparar e executar o movim ento dos membros. Contudo, de acordo com uma hist\u00f3ria publicada no <em>Psychology Today<\/em>, eles tamb\u00e9m&nbsp; representam um papel vital na nossa interliga\u00e7\u00e3o social. \u201cEn 2000, Vilayanur Ramachandran, o carism\u00e1tico neurocientista, fez uma previs\u00e3o audaz:&nbsp; \u2018neur\u00f4nios-espelho&nbsp; far\u00e3o&nbsp; pela psicologia o que o ADN fez pela biologia\u2019. &#8230;Durante muitos anos, eles vieram a representar tudo o que nos faz humanos.<\/p>\n<p>\u201cPara o seu livro de 2011, <em>O C\u00e9rebro Contador de Hist\u00f3rias<\/em>, Ramachandran levou suas afirma\u00e7\u00f5es&nbsp; mais&nbsp; longe. &#8230;ele argumenta que neur\u00f4nios-espelho subjazem \u00e0 empatia, permitindo nos imitar outras pessoas, que eles aceleraram a evolu\u00e7\u00e3o do c\u00e9rebro, que eles ajudam a explicar a origem da linguagem, e mais impressionante de tudo, que eles promoveram o grande salto para a frente na cultura humana que aconteceu h\u00e1 cerca de 60.000 atr\u00e1s. \u2018Poder\u00edamos dizer que os neur\u00f4nios-espelho serviram o mesmo papel na evolu\u00e7\u00e3o humana inicial como a Internet, Wikipedia e blogar fazem hoje\u2019, conclui ele.<\/p>\n<p>\u201cRamachandran n\u00e3o est\u00e1 sozinho. Escrevendo para The Times (Londres) em 2009 sobre o nosso interesse nas vidas das celebridades, o fil\u00f3sofo eminente, A.C. Grayling, rastreou tudo a esses neur\u00f4nios-espelho. \u2018N\u00f3s temos uma grande d\u00e1diva para a empatia\u2019, escreveu ele. \u2018Esta \u00e9 uma capacidade biologicamente evolu\u00edda, como demonstrado pela fun\u00e7\u00e3o dos \u2018neur\u00f4nios-espelho\u2019. No mesmo jornal este ano, Eva Simpson escreveu sobre porque as pessoas ficaram t\u00e3o emocionadas quando o campe\u00e3o de T\u00e9nis Andy Murray se desfez em l\u00e1grimas. &#8230; \u2018Culpando os neur\u00f4nios-espelho, c\u00e9lulas cerebrais que nos fazem reagir da mesma maneira que algu\u00e9m que estamos observando\u2019. Num artigo do New York Times em 2007, sobre as a\u00e7\u00f5es heroicas de um homem para salvar outro, essas c\u00e9lulas apareceram novamente: \u2018as pessoas t\u00eam \u2018neur\u00f4nios-espelho, \u2018\u2018Cara Buckley escreveu, \u2018que as fazem sentir o que outra pessoa est\u00e1 a experimentar\u2019.236<\/p>\n<p>De acordo com Jarrett, parece que \u201c neur\u00f4nios-espelho desempenham um papel <em>causal <\/em>(enfatizando a origem) em nos permitir compreender as metas por tr\u00e1s das a\u00e7\u00f5es das outras pessoas. Ao representar as a\u00e7\u00f5es de outras pessoas nos caminhos dos movimentos do nosso pr\u00f3prio c\u00e9rebro, assim conta a raz\u00e3o, estas c\u00e9lulas fornecem-nos uma simula\u00e7\u00e3o instant\u00e2nea das suas inten\u00e7\u00f5es, uma base altamente eficaz para a empatia\u201d. 237<\/p>\n<p>Embora encontramos muitos dissidentes para as&nbsp; teorias que rodeiam os neur\u00f4nios- espelho, est\u00e1 claro que nossos c\u00e9rebros dedicam por\u00e7\u00f5es do&nbsp; c\u00e9rebro&nbsp; explicitamente para a comunica\u00e7\u00e3o com os outros, sem ter contato f\u00edsico com eles, mas somente contato visual. Num sentido, estas c\u00e9lulas validam as palavras de Christakis e Fowler, \u201cO grande projeto do s\u00e9culo vinte e um, compreender como o todo da humanidade vem&nbsp; a&nbsp; ser&nbsp; maior que a soma de suas partes, \u00e9 s\u00f3 o princ\u00edpio. Como uma crian\u00e7a que desperta, o superorganismo humano est\u00e1 se tornando autoconsciente, e isto seguramente&nbsp; nos&nbsp; ajudar\u00e1 a alcan\u00e7ar nossas &nbsp;metas.\u201d238<\/p>\n<h6>&nbsp;<\/h6>\n<p><strong>COES\u00c3O NUMA ESCALA GLOBAL<\/strong><\/p>\n<p>Regressando por um momento ao nosso antepassado comum monote\u00edsta, depois da expuls\u00e3o da Babil\u00f4nia, Abra\u00e3o estabeleceu uma sociedade isolada que se movimentou como um grupo e funcionava em garantia m\u00fatua. Ele criou um meio social que refor\u00e7ava conex\u00e3o, uni\u00e3o e coes\u00e3o, e anexava todos esses&nbsp; elementos&nbsp; \u00e0&nbsp; aquisi\u00e7\u00e3o da qualidade de doa\u00e7\u00e3o, o Criador. Nossa tarefa hoje \u00e9 de fazer precisamente isso, mas numa escala global.<\/p>\n<p>Porque temos realmente de nos tornar conscientes de que somos um superorganismo, claramente, precisamos funcionar como um, em reciprocidade e responsabilidade m\u00fatua uns para os outros. Mas uma vez que n\u00e3o conseguimos ensinar o mundo inteiro como funcionar&nbsp; desta maneira, precisamos de demonstrar ao mundo um exemplo,&nbsp; &nbsp;e&nbsp; &nbsp;o&nbsp; &nbsp;mundo&nbsp; &nbsp;far\u00e1&nbsp; &nbsp;o&nbsp; &nbsp;resto&nbsp; &nbsp;atrav\u00e9s&nbsp; &nbsp;de&nbsp; &nbsp;nossa habilidade de ter empatia, ou como Dr. Herrero colocou, pela \u201cimita\u00e7\u00e3o e influ\u00eancia\u201d. Afinal de contas, quando as pessoas veem uma boa ideia elas abra\u00e7am-na naturalmente. Desta forma, quando as pessoas virem que os Judeus t\u00eam algo que poderia funcionar tamb\u00e9m para elas, e que os Judeus desejam partilha-la, elas n\u00e3o s\u00f3 nos apoiar\u00e3o, mas se juntar\u00e3o a n\u00f3s. Isto, como mencionado na Introdu\u00e7\u00e3o, \u00e9 como Abra\u00e3o reuniu mais e mais pessoas para sua companhia enquanto viajava da Babil\u00f4nia a Cana\u00e3, como \u201cmilhares e dezenas de milhares se reuniram ao seu redor, e eles s\u00e3o o povo de \u2018a casa de Abra\u00e3o\u201d.239<\/p>\n<h6>&nbsp;<\/h6>\n<p><strong>QUATRO FATORES DE INFLU\u00caNCIA<\/strong><\/p>\n<p>No seu ensaio, \u201cA Liberdade\u201d,240 Baal HaSulam discute extensamente a estrutura da psique humana, e no que n\u00f3s precisamos de concentrar em prol de alcan\u00e7ar uma mudan\u00e7a duradoura nas nossas sociedades.&nbsp; Atrav\u00e9s&nbsp; de&nbsp; uma longa an\u00e1lise da a\u00e7\u00e3o rec\u00edproca entre a heran\u00e7a e o meio ambiente, Ashlag explica que quatro fatores se combinam para nos fazerem quem n\u00f3s somos:<\/p>\n<ol>\n<li>Genes;<\/li>\n<li>A maneira como nossos genes se manifestam durante a vida<\/li>\n<li>O ambiente direto, tal como fam\u00edlia e amigos<\/li>\n<li>O ambiente indireto, tal como a media, a economia, ou os amigos dos amigos.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Uma vez que n\u00e3o escolhemos nossos pais, n\u00e3o conseguimos controlar o conjunto gen\u00e9tico. Mas nossos genes s\u00e3o meramente o \u201cn\u00f3s potencial,\u201d n\u00e3o o \u201cn\u00f3s real\u201d&nbsp; que eventualmente se manifesta quando somos adultos. O \u201cn\u00f3s\u201d &nbsp;real &nbsp;consiste &nbsp;de &nbsp;todos &nbsp;os &nbsp;quatro &nbsp;fatores. &nbsp;Al\u00e9m &nbsp;do mais, os \u00faltimos dois, que se relacionam ao ambiente, afetam e <em>mudam <\/em>nossos genes para se adequarem ao ambiente.<\/p>\n<p>Vamos examinar o seguinte exemplo maravilhoso de como o ambiente muda os genes, como \u00e9 relatado por Swanne Gordon da Universidade da Calif\u00f3rnia num ensaio intitulado, \u201cEvolu\u00e7\u00e3o Pode Ocorrer em Menos De Dez Anos\u201d, publicado no <em>Science Daily<\/em>. \u201cGordon e seus colegas estudaram guppies \u2014 peixes pequenos de \u00e1gua doce&#8230; Eles introduziram os guppies no pr\u00f3ximo Rio Damier, numa sec\u00e7\u00e3o acima da cascata de barreira que exclu\u00eda todos os predadores. Os guppies e seus descendentes tamb\u00e9m colonizaram a por\u00e7\u00e3o inferior do rio, abaixo da cascata de barreira, que continua predadores naturais. Oito anos mais tarde\u2026, os investigadores descobriram que os guppies no ambiente de baixa preda\u00e7\u00e3o\u2026se haviam adaptado a seu novo meio ao produzir maior ou menor descend\u00eancia com cada ciclo de reprodu\u00e7\u00e3o. Tal adapta\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi vista nos guppies que colonizaram o ambiente de elevada preda\u00e7\u00e3o\u2026 \u2018F\u00eameas de elevada preda\u00e7\u00e3o investem mais recursos na atual reprodu\u00e7\u00e3o porque uma elevada taxa de mortalidade, impulsionada pelos predadores, significa que estas f\u00eameas podem n\u00e3o ter outra chance de se reproduzir\u2019, explicou Gordon. \u2018F\u00eameas de baixa preda\u00e7\u00e3o, por outro lado, produzem embri\u00f5es maiores porque beb \u00eas maiores s\u00e3o mais competitivos nos meios ambientes de recursos limitados t\u00edpicos de espa\u00e7os de baixa preda\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m do mais, f\u00eameas de baixa preda\u00e7\u00e3o produzem menos embri\u00f5es n\u00e3o s\u00f3 porque t\u00eam embri\u00f5es maiores mas tamb\u00e9m porque investem menos recursos na atual reprodu\u00e7\u00e3o\u201d.241<\/p>\n<p>O Dr. Lars Olov Bygren, um especialista de sa\u00fade preventiva, documentou um exemplo ainda mais surpreendente de como os genes mudam atrav\u00e9s dos efeitos ambientais. John Cloud da <em>Time Magazine <\/em>descreveu a pesquisa de Dr. Bygren sobre os efeitos a longo prazo que os anos de fome e fartura tiveram sobre os residentes da aldeia Sueca isolada de Norrbotten. Contudo, Dr. Bygren&nbsp; observou n\u00e3o s\u00f3 os efeitos das oscila\u00e7\u00f5es diet\u00e9ticas tinham sobre as pessoas que as atravessavam. Ele tamb\u00e9m&nbsp; examinou \u201cse esse efeito podia come\u00e7ar ainda <em>antes <\/em>[\u00eanfase acrescentada] gravidez: Podiam as experi\u00eancias dos pais no princ\u00edpio de suas vidas de algum modo mudar os tra\u00e7os que eles passavam a seus descendentes?\u201d242 \u201cEra uma ideia herege\u201d, escreve Sr. Cloud. \u201cAfinal, tivemos um acordo prolongado com a biologia: sejam quais forem as escolhas que tomemos durante nossas vidas que arru\u00ednem nossa mem\u00f3ria a curto-prazo ou nos tornem gordos ou acelerem&nbsp; a morte, mas elas n\u00e3o mudar\u00e3o nossos genes \u2014 o nosso pr\u00f3prio ADN. Isso significava que quando todos tiv\u00e9ssemos filhos nossos, a lousa gen\u00e9tica estaria limpa.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 mais, quaisquer tais efeitos da cria\u00e7\u00e3o (ambiente) sobre a natureza de uma esp\u00e9cie (genes) n\u00e3o era suposto acontecer t\u00e3o rapidamente. Charles Darwin, cujo So<em>bre a Origem das Esp\u00e9cies<\/em>&#8230; nos ensinou que as mudan\u00e7as evolucion\u00e1rias tomam lugar durante muitas gera\u00e7\u00f5es e durante milhares de anos de sele\u00e7\u00e3o natural. Mas Bygren e outros cientistas agora haviam amassado a evid\u00eancia hist\u00f3rica sugerindo que condi\u00e7\u00f5es ambientais mais poderosas &#8230; conseguem de algum modo deixar uma impress\u00e3o sobre o material gen\u00e9tico em ovos e esperma. Estas impress\u00f5es gen\u00e9ticas conseguem fazer curto &#8211; circuito na evolu\u00e7\u00e3o e transmitir novos tra\u00e7os numa \u00fanica gera\u00e7\u00e3o\u201d.243<\/p>\n<p>Baal HaSulam, regressando ao seu ensaio, \u201cA Liberdade\u201d, sugeriu um conceito muito semelhante que se alinha&nbsp;&nbsp; com&nbsp;&nbsp; os&nbsp;&nbsp; achados&nbsp;&nbsp; de&nbsp;&nbsp; Dr.&nbsp;&nbsp; Bygren.&nbsp;&nbsp; Na&nbsp;&nbsp; se\u00e7\u00e3o, \u201cO Ambiente como um Fator\u201d, ele escreve (\u00eanfase acrescentada), \u201c\u00c9 verdade que o desejo n\u00e3o tem liberdade. Em vez disso, ele \u00e9 operado pelos mencionados quatro fatores [Genes; como eles se manifestam, ambiente direto, ambiente indireto]. E se est\u00e1 <em>obrigado <\/em>a pensar&nbsp; e&nbsp; a examinar como eles sugerem, <em>negados de qualquer for\u00e7a para criticar ou&nbsp; mudar<\/em>\u201d&#8230;244<\/p>\n<p>Na se\u00e7\u00e3o subsequente, \u201cA Necessidade&nbsp; de&nbsp; Escolher&nbsp; um Bom Ambiente\u201d, Baal HaSulam&nbsp; acrescenta,&nbsp; \u201cComo&nbsp; n\u00f3s vimos, \u00e9 uma coisa simples, e deve ser observada por todo e cada um de nos. Pois embora cada um tenha a sua pr\u00f3pria origem, as for\u00e7as s\u00e3o reveladas abertamente&nbsp; somente atrav\u00e9s do ambiente em que a pessoa se encontra\u201d.245<\/p>\n<p>Isto pode soar determinista porque se somos completamente governados pelos nossos meios ambientes, pareceria que n\u00e3o ter\u00edamos livre arb\u00edtrio.&nbsp; E&nbsp; todavia,&nbsp; escreve Baal HaSulam, que podemos e <em>devemos <\/em>escolher nosso ambiente muito cuidadosamente. Nas suas palavras, \u201cH\u00e1 liberdade para a vontade de inicialmente escolher tal ambiente &#8230; que conceda \u00e0 pessoa bons conceitos. Se ela&nbsp;&nbsp; n\u00e3o fizer isso, mas est\u00e1 disposta a entrar em qualquer meio que apare\u00e7a&#8230;, esta pessoa est\u00e1 destinada a cair num mau ambiente&#8230; Como consequ\u00eancia, ser\u00e1 for\u00e7ada a conceitos imundos&#8230;\u201d Tal pessoa, conclui ele, \u201ccertamente ser\u00e1&nbsp; punida, n\u00e3o devido aos seus maus pensamentos ou a\u00e7\u00f5es, nos quais n\u00e3o se tem livre arb\u00edtrio, mas por n\u00e3o escolher estar num bom ambiente, pois nisso h\u00e1 definitivamente&nbsp; uma escolha. Desta forma, aquele que almeja&nbsp; continuamente escolher um ambiente melhor \u00e9 digno de louvor e recompensa. Mas aqui, tamb\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 devido aos seus bons pensamentos e a\u00e7\u00f5es, &#8230;mas devido aos seus esfor\u00e7os para adquirir um bom ambiente, que traz &#8230; bons pensamentos\u201d.246<\/p>\n<p>Vemos desta forma que todos somos potencialmente demon\u00edacos, tal como somos potencialmente ang\u00e9licos. A escolha de agirmos de um extremo ou do outro, ou&nbsp; qualquer mistura dos dois, depende n\u00e3o se escolhemos ser de uma maneira ou da outra, mas do ambiente social sobre o qual nos colocamos a n\u00f3s mesmos, ou que formamos para n\u00f3s mesmos.<\/p>\n<p>Enquanto pais, instintivamente alertamos nossas crian\u00e7as a se afastarem de m\u00e1s crian\u00e7as no bairro, e de maus estudantes na escola. Assim, a consci\u00eancia da influ\u00eancia do ambiente \u00e9 inerente nos nossos genes parentais, por assim dizer. Agora devemos expandir essa consci\u00eancia e perceber que n\u00e3o \u00e9 suficiente ver que nossos filhos andam com as crian\u00e7as \u201ccertas\u201d. Devemos come\u00e7ar a <em>desenhar <\/em>um novo paradigma de pensamento para n\u00f3s mesmos, bem como para nossos filhos. Ele \u00e9 um paradigma no qual a responsabilidade m\u00fatua representa um papel l\u00edder, preocupa\u00e7\u00e3o m\u00fatua e camaradagem assumem a ribalta, e o discurso p\u00fablico muda correspondentemente.<\/p>\n<p>Em outras palavras, a m\u00e1xima conhecida de Rabi&nbsp; Akiva, \u201cAma teu pr\u00f3ximo como a ti mesmo\u201d deve tomar forma e ser moldada como um modo de vida para a sociedade. Esse paradigma social \u00e9 o ADN do nosso povo, nosso legado para o mundo, e \u00e9 o que o mundo, at\u00e9 inconscientemente, espera que transmitamos.<\/p>\n<p>Numa era de consecutivas e sobrepostas crises globais, o mundo tem numa necessidade desesperada de uma corda salva-vidas, uma lasca de esperan\u00e7a. N\u00f3s Judeus somos os \u00fanicos que lhes podemos oferecer essa esperan\u00e7a, que \u00e9 chamada \u201cgarantia m\u00fatua\u201d. O pr\u00f3ximo cap\u00edtulo esbo\u00e7ar\u00e1 os conceitos b\u00e1sicos da implementa\u00e7\u00e3o da garantia m\u00fatua como o paradigma social predominante.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Do livro&nbsp;&#8220;Como Um Feixe de Juncos&#8221; Afetando a Coes\u00e3o Social atrav\u00e9s do Meio Social Persegui\u00e7\u00e3o e antissemitismo, ou seu termo mais contempor\u00e2neo, Judeu fobia, t\u00eam sido a quota de nosso povo durante (pelo menos) os passados dois mil\u00eanios. 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