{"id":1244,"date":"2016-06-23T12:18:48","date_gmt":"2016-06-23T15:18:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.michaellaitman.com\/?p=1244"},"modified":"2016-07-29T11:35:46","modified_gmt":"2016-07-29T14:35:46","slug":"entendendo-o-processo-de-pedacos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.michaellaitman.com\/pt\/artigos\/entendendo-o-processo-de-pedacos\/","title":{"rendered":"Entendendo o Processo dos Peda\u00e7os"},"content":{"rendered":"<h3 class=\"article-teaser-text\" style=\"text-align: justify\">Quando nos unirmos e libertarmos\u00a0esse poder de equil\u00edbrio que Churchill detectou instintivamente, a quest\u00e3o sobre nosso direito de\u00a0existir em Israel ser\u00e1 obsoleta.<\/h3>\n<div id=\"157_ArticleControl_dTeaser\" class=\"article-teaser-wrap\" style=\"text-align: justify\">\n<div id=\"157_ArticleControl_dImage\" class=\"article-image-caption-holder\">\n Uma trituradora com o mapa fatiado de Israel no interior. (cr\u00e9dito da foto:RONO LUBIN)\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Quanto mais ca\u00f3tico o mundo se torna, mais ele se ocupa a si mesmo com ingenuidades que visam &#8220;resolver&#8221; o conflito no M\u00e9dio Oriente. Ultimamente, o mundo tornou-se tamanha confus\u00e3o que at\u00e9 as iniciativas para a paz parecem ter dificuldade em coexistir. No presente, a iniciativa europeia apoiada pela Fran\u00e7a \u00e9 o novo predilecto do mundo. Por\u00e9m, h\u00e1 poucas semanas atr\u00e1s foi ela como a iniciativa Saudita\/\u00c1rabe e ressurgiu como uma f\u00e9nix das cinzas agarrando a aten\u00e7\u00e3o dos media. Agora, no meio do \u00edmpeto para apoiar a iniciativa francesa (e censurar seus cr\u00edticos), um <a href=\"http:\/\/www.jpost.com\/Arab-Israeli-Conflict\/Herzog-met-with-PA-to-make-pre-1967-concessions-Zionist-Union-confirms-457259\">acordo de paz<\/a> pr\u00e9-elei\u00e7\u00f5es l\u00e1 surge, n\u00e3o menos que foi, entre Mahmoud Abbas e o presente l\u00edder da oposi\u00e7\u00e3o, Isaac Herzog, redigido quando ele aspirava se tornar primeiro ministro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Antes da Guerra dos Seis Dias, a maioria do mundo apoiava a exist\u00eancia do Estado de Israel, alguns com grande entusiasmo. Alguns pa\u00edses at\u00e9 defenderam nossa causa durante a Guerra dos Seis Dias. Em 12 de Junho de 1967, dois dias ap\u00f3s o fim da guerra, lia-se no item de capa do <em>Der Spiegel,<\/em> &#8220;Campanha Veloz de Israel.&#8221; Evidentemente ainda encantada pela milagrosa e esmagadora vit\u00f3ria de Israel e em linha com a posi\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel da Alemanha para Israel, o destaque do jornal devaneava poeticamente sobre o ex\u00e9rcito Israelita:<br \/>\n\u201cEles deslizaram como Rommel, venceram como Patton e cantaram com isso. &#8220;Este \u00e9 um ex\u00e9rcito cantor. Seus guerreiros cantam como o her\u00f3i de Hemingway,\u2019 maravilhou o correspondente de guerra James Reston. Em 60 horas os filhos de Si\u00e3o armados esmagaram o cerco \u00c1rabe a Israel. Eles enxotaram os profetas pan-\u00e1rabes dos seus sonhos de domina\u00e7\u00e3o e derrubaram Nasser do Egipto para as profundezas do Nilo. Fara\u00f3 assumiu a responsabilidade pela guerra perdida e submeteu sua demiss\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Contudo, a Guerra dos Seis Dias foi um ponto de viragem. Apenas cinco meses mais tarde, o Conselho de Seguran\u00e7a da ONU concordou unanimemente sobre a famosa decis\u00e3o de 242 clamando pela retirada de Israel dos territ\u00f3rios ocupados em 1967. Dentro de alguns anos, at\u00e9 a Alemanha, que n\u00e3o era parte do Conselho de Seguran\u00e7a na altura da vota\u00e7\u00e3o, se alinhou a si mesma com o resto do mundo e alinhou com a decis\u00e3o.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify\"><strong>A F\u00f3rmula da Terra para a Paz (Nenhuma)<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">O &#8220;processo de paz,&#8221; ao qual frequentemente nos referimos aos enfadonhos\u00a0esfor\u00e7os de terminar o conflito do M\u00e9dio Oriente, oficialmente come\u00e7ou em 1977 quando o Presidente do Egipto, Anwar Sadat, chegou a Israel e um ano mais tarde se encontrou com o Primeiro Ministro Menachem Begin no Acampamento David. Seis meses mais tarde o tratado de paz foi assinado. Embora n\u00e3o tenham havido grandes hostilidades entre os dois pa\u00edses desde o cantar, \u00e9 question\u00e1vel se houve verdadeira paz mais cedo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">At\u00e9 se considerarmos nosso relacionamento com o Egipto como sucesso parcial, o resto de nossas tentativas sinceras de paz com nossos vizinhos t\u00eam sido uma triste piada. Durante os anos, t\u00eam havido numerosos com\u00edcios, m\u00faltiplos encontros segredos, declarados e n\u00e3o declarados acordos e at\u00e9 algumas assinaturas, que n\u00e3o resultaram em paz, mas resultaram em milhares de baixas para ambos os lados.\u00a0Oslo, Madrid, Acampamento David 2, a Iniciativa Saudita, o Roadmap, Annapolis, o plano de paz Abbas, Paris, John Kerry \u2014 estes nomes e lugares s\u00e3o apenas uma frac\u00e7\u00e3o de tentativas de alcan\u00e7ar a paz e os indiv\u00edduos que se envolveram a si mesmos em tentativas infelizes de implementar a f\u00f3rmula de terra-pela-paz de Sadat.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Neste &#8220;processo de paz,&#8221; n\u00f3s demos terra, um peda\u00e7o de cada vez, mas n\u00e3o recebemos paz. Gaza tornou-se uma plataforma de lan\u00e7amento de m\u00edsseis disparados para civis Israelitas e a Cisjord\u00e2nia tornou-se um viveiro jovens portadores de facas e armas de fogo que levam a cabo ataques suicidas assassinos em cidades Israelitas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Evidentemente, a f\u00f3rmula terra-pela-paz n\u00e3o \u00e9 o caminho a seguir. Exerc\u00edcios em futilidade podem ser um bom modo de chefes de estado estrangeiros desviarem a aten\u00e7\u00e3o p\u00fablica dos seus pr\u00f3prios problemas, mas s\u00e3o apenas ilus\u00f5es. N\u00e3o h\u00e1 inten\u00e7\u00e3o sincera de alcan\u00e7ar a paz. E na aus\u00eancia de boa f\u00e9, qualquer tentativa de paz \u00e9 um desastre antes de sequer ser colocada em pr\u00e1tica.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify\"><strong>Paz Come\u00e7a no Lar<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">Ser-se o centro das aten\u00e7\u00f5es mundiais n\u00e3o \u00e9 nada de novo para os Judeus. Desde os dias da B\u00edblia, nosso povo tem sido culpado por todas as coisas que acontecem de errado no mundo. A \u00fanica excep\u00e7\u00e3o para esta vis\u00e3o pode-se ser encontrada entre aqueles que ainda nos v\u00eaem como o Povo Escolhido, que acreditam naquilo que diz o Novo Testamento, &#8220;Porque a salva\u00e7\u00e3o vem dos Judeus.&#8221; Mas nem n\u00f3s nem eles conseguem explicar como os Judeus devem trazer a salva\u00e7\u00e3o, ou sequer o que isso significa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A aten\u00e7\u00e3o do mundo \u00e9 nos dada por uma boa raz\u00e3o. As pessoas podem se ressentir de n\u00f3s e <a href=\"http:\/\/www.huffingtonpost.com\/2014\/03\/12\/jerry-boykin-jews_n_4952126.html\">declarar<\/a>, como o General \u201cJerry\u201d Boykin, \u201cOs Judeus s\u00e3o o problema, os Judeus s\u00e3o a causa de todos os problemas no mundo,&#8221; mas estas afirma\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m implicam que eles esperam que n\u00f3s os solucionemos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">N\u00f3s podemos solucionar seus problemas, mas somente se respondermos \u00e0 raiz de todos os problemas: N\u00f3s temos de superar nossa separa\u00e7\u00e3o. Quando nossos antepassados emergiram do Egipto e formaram uma na\u00e7\u00e3o, eles o fizeram ao se apegarem \u00e0 estrita condi\u00e7\u00e3o de serem &#8220;como um homem com um cora\u00e7\u00e3o.&#8221; Bem desde o in\u00edcio, eles nos haviam instado com a for\u00e7a positiva que estava entre eles, que os guiou para tudo aquilo que fizeram. Eles lutaram e combateram e durante s\u00e9culos tiveram sucesso em cobrirem seus egos com fraternidade. Mas novamente, h\u00e1 cerca de 2000 anos atr\u00e1s, eles sucumbiram ao \u00f3dio sem fundamento e o resultado foi o ex\u00edlio e a eventual dispers\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O m\u00e9todo de cobrir todos os crimes com amor, como o Rei Salom\u00e3o o colocou (Mishl\u00ea\/Prov\u00e9rbios 10:12), foi nossa arma contra a extin\u00e7\u00e3o. Nossa uni\u00e3o \u00fanica, onde o ego n\u00e3o \u00e9 suprimido mas coberto com amor fraterno, serviu como catapulta para fraternidade ainda maior. Ela dotou-nos com um m\u00e9todo para manter uma sociedade pr\u00f3spera onde ningu\u00e9m era oprimido e cada um era cuidado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">At\u00e9 hoje, o remanescente desse poder repousa dormente dentro de cada um de n\u00f3s. \u00c9 por isso que por todas as tentativas de governantes poderosos, n\u00f3s nunca seremos destru\u00eddos. Por\u00e9m, \u00e9 tamb\u00e9m por isso que o mundo nos odeia, isso parece que guardamos um segredo para o sucesso, um segredo que devemos compartilhar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em &#8220;A Respeito dos Judeus,&#8221; ponderou Mark Twain, &#8220;Todas as coisas s\u00e3o mortais menos o Judeu; todas as outras for\u00e7as passam, mas ele permanece. Qual \u00e9 o segredo da sua imortalidade?&#8221; Nosso &#8220;segredo&#8221; \u00e9 essa centelha do poder de coes\u00e3o que em tempos cultivamos. O historiador Martin Gilbert escreveu que Winston Churchill admirava os Judeus pelo seu &#8220;esp\u00edrito empreendedor, o esp\u00edrito de sua ra\u00e7a e f\u00e9&#8230; Esse poder pessoal e especial que possuiam os permitiria trazer vitalidade para suas institui\u00e7\u00f5es, que nada mais alguma vez poderia dar.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Num mundo onde as pessoas s\u00e3o conduzidas somente pelos seus egos, as sociedades est\u00e3o a desmoronar-se e as pessoas sentem-se sozinhas, alienadas e deprimidas. Na busca de sentido, elas se voltam para os extremos da sociedade e mergulham a cabe\u00e7a em qualquer coisa que as fa\u00e7a sentir vivas e conectadas. Na busca de sentido para o seu sofrimento, as pessoas voltam-se para o fundamentalismo, tornando o mundo um lugar hostil e prec\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mas o ego governa somente entre humanos. No todo da natureza h\u00e1 equil\u00edbrio entre for\u00e7as positivas e negativas, entre dar e receber. Na humanidade, as for\u00e7as positivas repousam dormentes, debaixo da tirania da auto-absor\u00e7\u00e3o. E sem uma for\u00e7a positiva para equilibrar o comportamento humano ego\u00edsta, nossa sociedade torna-se um pesadelo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">At\u00e9 reconstituirmos nossa uni\u00e3o \u00fanica, de que o mundo tanto necessita hoje, a humanidade n\u00e3o aceitar\u00e1 nossa exist\u00eancia enquanto indiv\u00edduos ou enquanto na\u00e7\u00e3o soberana. O processo de paz deve come\u00e7ar no lar, entre n\u00f3s. Quando nos elevamos acima de nossas diferen\u00e7as e as cobrimos com o &#8220;esp\u00edrito empreendedor,&#8221; todos v\u00e3o beneficiar.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify\"><strong>Libertar o Mundo<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">No n\u00edvel humano, a for\u00e7a positiva que equilibra o ego requer nossa decis\u00e3o de a desbloquear. Inversamente ela permanece cercada pelos nossos egos. At\u00e9 se a dermos aos outros, isso \u00e9 quase sempre uma tentativa de no final nos beneficiarmos. Sem o desejo de nos conectarmos &#8220;como um homem com um cora\u00e7\u00e3o,&#8221; a for\u00e7a positiva permanecer\u00e1 cativa do ego.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Somente n\u00f3s, os Judeus, libert\u00e1mos esta for\u00e7a positiva anteriormente e somente n\u00f3s podemos fazer isto agora. Isso depende de nossa decis\u00e3o. Quando a soltarmos, equil\u00edbrio se espalhar\u00e1 pela humanidade. As pessoas v\u00e3o come\u00e7ar a sentir que uni\u00e3o e fraternidade sinceras s\u00e3o o modo certo de viver. Elas podem n\u00e3o saber que isso vem de n\u00f3s, mas elas v\u00e3o sentir que somos ben\u00e9ficos, tal como agora sentem que somos prejudiciais. Essa \u00e9 uma emo\u00e7\u00e3o visceral que n\u00e3o necessita de raz\u00e3o; elas v\u00e3o senti-lo simplesmente.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: justify\"><strong>Sem Cercas e Fronteiras Necess\u00e1rias<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">Quando nos unirmos e libertarmos esse poder de equil\u00edbrio que Churchill detectou instintivamente, a quest\u00e3o sobre nosso direito de existir em Israel ser\u00e1 obsoleta. Ningu\u00e9m vai sentir, muito menos afirmar, que n\u00f3s n\u00e3o pertencemos aqui. Ningu\u00e9m vai falar sobre um processo de paz pois n\u00e3o haver\u00e1 necessidade de tal cosia. Haver\u00e1 a paz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Quando cobrirmos nossos egos com fraternidade e nos unirmos, os \u00c1rabes, que s\u00e3o realmente nossos primos, v\u00e3o senti-lo e v\u00e3o se juntar \u00e0 nossa fraternidade. L\u00edderes mundiais n\u00e3o v\u00e3o evocar &#8220;iniciativas para a paz&#8221; pois n\u00e3o ter\u00e3o problemas dom\u00e9sticos a evitar ao desviar a aten\u00e7\u00e3o para outro lugar e porque n\u00e3o haver\u00e1 necessidade de qualquer iniciativa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nutrirmos nossa uni\u00e3o \u00e9 o \u00fanico processo de paz de que necessitamos e quanto mais cedo come\u00e7armos, mais f\u00e1cil ser\u00e1. O mundo n\u00e3o conhecer\u00e1 a paz at\u00e9 que nos encaixarmos uns dos outros juntos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Publicado originalmente no <a href=\"http:\/\/www.jpost.com\/Opinion\/Understanding-the-piece-process-457485\"><strong><em>The Jerusalem Post<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando nos unirmos e libertarmos\u00a0esse poder de equil\u00edbrio que Churchill detectou instintivamente, a quest\u00e3o sobre nosso direito de\u00a0existir em Israel ser\u00e1 obsoleta. 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